O robô Da Vinci, com 4 pinças, diante de uma cama de hospital

Tudo sobre Cirurgia Robótica

O A.C.Camargo Cancer Center é um dos principais centros da América Latina especializados em Cirurgia Robótica para o câncer.  

Essa técnica empreende alta tecnologia e realiza procedimentos cirúrgicos por meio de pequenas incisões. Braços mecânicos completamente articulados e com precisão absoluta, somados o uso de microcâmeras de alta definição que transmitem imagens ampliadas das estruturas corpóreas em três dimensões, realizam a cirurgia comandada pelo cirurgião especialista.  

Desde que o FDA americano (equivalente à Anvisa) aprovou a utilização da plataforma robótica para cirurgias, a técnica não para de crescer – se expandiu pela Europa, pela Ásia e, depois, chegando aos países em desenvolvimento. 

Cerca de 1,2 milhão de cirurgias robóticas são realizadas anualmente no mundo. No Brasil, onde a técnica começou em 2008, o número de operações por robô se aproxima dos 40 mil, com estimativa de aumento de 20% ao ano, de 2022 em diante.

O A.C.Camargo, que adquiriu seu primeiro robô Da Vinci em 2013, já realizou mais de 3.200 cirurgias robóticas se contabilizarmos as feitas até agosto de 2021. 


Cirurgia Robótica: o Da Vinci

O Da Vinci, robô utilizado, conta com quatro braços manipuláveis. Em um deles está a câmera e, nos demais, os instrumentos da cirurgia. O cirurgião pode fazer até cinco pequenos cortes no local a ser operado. A câmera e os instrumentos são colocados por meio das incisões. O cirurgião fica posicionado na unidade de controle e enxerga a área de operação em uma tela que permite uma visão 3D (com noção de profundidade, ao contrário da laparoscopia, que é 2D).

Esta tecnologia 3D pode ampliar de 10 a 12 vezes a imagem para observar pequenos detalhes. Essa precisão do equipamento transforma qualquer movimento que o cirurgião faça em movimentos muito menores e mais precisos na máquina, reduzindo inclusive tremores. Além disso, o robô reproduz e permite maior amplitude de alguns movimentos das mãos dos cirurgiões.

Contamos com médicos especializados em Cirurgia Robótica para o tratamento do câncer em Ginecologia, Urologia, Cabeça e Pescoço, Abdômen, Pele, Coloproctologia, Tórax e Pediatria, segmento este em que o A.C.Camargo Cancer Center. é pioneiro. Estes profissionais, peritos em Oncologia, trabalham em associação com os membros de outras especialidades na nossa Instituição, propiciando a integração do paciente nas várias etapas de seu tratamento.

Além disso, o A.C.Camargo, que também é um centro de ensino e pesquisa, é a primeira Instituição a ter um programa de treinamento, o fellowship, de cirurgiões em Robótica – nas especialidades de Urologia e Cabeça e Pescoço. Nosso centro busca ampliar o uso da plataforma nas mais diversas especialidades da Cirurgia Oncológica.

Assim, veja a seguir tudo sobre a Cirurgia Robótica no câncer. Há textos que explicam a técnica de um jeito simples (no formato de perguntas e respostas), além de vídeo, podcasts... Confira abaixo e tire todas as suas dúvidas.

Doutor Stenio, branco, cabelos e cavanhaque pretos
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São inúmeras vantagens: menos dor e sangramentos, alta e volta à rotina mais breves, cortes mínimos, benefícios estéticos, além de uma precisão impar para eliminar o câncer – parece que o médico está com as mãos ‘dentro’ do corpo do paciente.
Dr. Stênio Zequi, Líder do CR em Tumores Urológicos e Coordenador do Programa de Cirurgia Robótica

Entendendo a Cirurgia Robótica e suas Vantagens

Feita através de um robô, a Cirurgia Robótica para o tratamento do câncer tem vantagens como deixar cicatrizes menores, reduzir mutilações e também as chances de transfusão sanguínea, causar menos dor ao paciente, menor tempo com o dreno, menor perda sanguínea e avaliação mais precisa do estadiamento. 

Além disso, permite a alta num tempo menor – o paciente volta às atividades diárias mais precocemente – e uma visualização precisa de eventuais células do câncer que, por acaso, possam “sobrar” no corpo.

Veja nas próximas perguntas, em detalhes, as vantagens da Cirurgia Robótica.

A cirurgia aberta depende de grandes incisões, mas a robótica apresenta incisões mínimas: o cirurgião faz punções, furinhos de 1 a 1,5 centímetro no abdômen, por exemplo. 

Aí, ele coloca os braços robóticos e faz uma outra punção, um furinho de 2 centímetros, onde se coloca uma câmera de altíssima qualidade, que proporciona a visão de 0º a 30º para dar um alcance dos olhos privilegiado ao cirurgião.

Por empregar cortes mínimos, pequenas incisões, a cirurgia robótica garante melhores resultados estéticos. 

Mesmo em grandes cirurgias – retirar um rim todo, bexiga, útero – é possível remover o que for necessário dentro de sacos especiais por pequenas incisões. 

Para mulheres, por exemplo, é possível fazer a remoção pela cicatriz da cesárea ou via vaginal; nos homens, fazer uma pequena incisão baixa, igual à da apendicite. 

Então, esteticamente, a cirurgia robótica também é vantajosa e traz benefícios. 

Outro exemplo: a cirurgia de tireoide, que geralmente conta com uma incisão no pescoço, pode, por via robótica, ter a incisão feita por trás da orelha ou por dentro da boca, ou seja, você evita grandes cortes.

Sim. Eliminar o câncer completamente é o objetivo maior de uma cirurgia de um tumor, então a Cirurgia Robótica propicia uma visualização mais precisa de eventuais células do câncer, que, eventualmente, possam restar no corpo.

Para saber mais sobre diagnóstico precoce, conheça os sinais e sintomas de um câncer que pedem uma consulta médica. 

Sim, quem faz Cirurgia Robótica retorna mais rapidamente à rotina.

É que não há um grande trauma cirúrgico, não há uma incisão dolorosa na qual o paciente leva dias para se recuperar e voltar às atividades profissionais.

Quando você faz a Cirurgia Robótica, são feitas pequenas incisões que permitem uma visão muito boa, ampliada e tridimensional.

É verdade.

Isso acontece porque a equipe da cirurgia insufla gás carbônico na cavidade. Isto aumenta a pressão e, com isso, o paciente realiza o mesmo procedimento com menos sangramento e menos chance de transfusões, o que também faz diminuir os custos e o ônus para o banco de sangue de um hospital.

Sim. O paciente, geralmente, permanece por 24 a 48 horas internado, no máximo cerca de 72 horas para cirurgias muito grandes.

Assim, a Cirurgia Robótica é uma cirurgia rápida, que requer menos remédios para dor no pós-operatório e que possibilita ao paciente se recuperar mais cedo para voltar às atividades profissionais, pessoais, dirigir, fazer esporte... 

Sim. O cirurgião opera pinças articuladas que fazem todos os movimentos das articulações humanas, como os das mãos do médico, muitas vezes com maior amplitude.

A precisão é tamanha que soa como se o médico estivesse com as mãos “dentro” do corpo do paciente, com uma visão de altíssima qualidade, com uma câmera fixa, que não treme, comandada pelo cirurgião, que consegue movimentos muito delicados com os instrumentos, com controle total de eventuais tremores.

A cirurgia laparoscópica é uma evolução em relação à cirurgia convencional (aberta), mas é inferior à robótica.

As cirurgias robótica e laparoscópica até têm similaridades. Por exemplo:

  • A laparoscópica também se utiliza de pequenas incisões de cerca de 1,5 centímetro para colocar as pinças, e a incisão da câmera também tem um tamanho comparável (cerca de 1,5 centímetro);
  • As taxas de sangramento e transfusão também são baixas na laparoscopia porque, bem como na robótica, a equipe da cirurgia insufla gás carbônico na cavidade. Isto aumenta a pressão e, com isso, o paciente faz o mesmo procedimento com menos sangramento e menos chance de transfusões;
  • A dor também é menor no pós-operatório e há economia com medicamentos para a dor – pacientes voltam mais cedo ao trabalho, ao lazer e ao esporte.

No entanto, a cirurgia robótica tem vantagens importantes:

  • 3D versus 2D: na cirurgia laparoscópica, o cirurgião tem uma visão 2D, que permite menor noção de profundidade, enquanto a robótica é 3D, tridimensional, que pode ampliar de 10 a 12 vezes a imagem para observar pequenos detalhes. O médico consegue enxergar as estruturas com mais precisão, cada uma no seu local, uma na frente, uma atrás, uma ao lado – na laparoscopia, a visão permanece na mesma dimensão. Ou seja, não se tem a mesma precisão: às vezes, o cirurgião vê a agulha ou fio num local e, na verdade, eles estão em uma angulação um pouquinho diferente;
  • A robótica possibilita fazer “curvas” mais facilmente: as pinças da cirurgia laparoscópica não são articuladas e são mais longas (50 a 75 centímetros), então o trabalho de fazer “nós” e secções delicadas não é como o do robô, que tem articulações não disponíveis na laparoscopia; 
  • Tremores: ao contrário da robótica, modalidade em que o cirurgião opera confortavelmente sentado, na laparoscópica, o médico fica em pé, segurando as pinças, então dá mais trabalho para o profissional, que sofre um desgaste físico um pouco maior, tem de virar o pescoço para visualizar a câmera... E não é apenas o cirurgião que permanece em pé: o auxiliar dele, que é quem segura a câmera, também não pode se sentar, então não é possível contar com um robô que filtra eventuais tremores.

O A.C.Camargo adquiriu seu primeiro robô Da Vinci em 2013.

Ele conta com quatro braços manipuláveis: em um deles está a câmera e, nos demais, os instrumentos da cirurgia. O cirurgião pode fazer até cinco pequenos cortes no local a ser operado. A câmera e os instrumentos são colocados por meio desses cortes. 

O cirurgião fica posicionado na unidade de controle e enxerga a área de operação em uma tela que permite uma visão 3D (com noção de profundidade, ao contrário da laparoscopia, que é 2D), que pode ampliar de 10 a 12 vezes a imagem para observar pequenos detalhes.

Conforme mencionado no item anterior, o cirurgião fica posicionado sentado na unidade de controle e enxerga a área de operação em uma tela que permite uma visão 3D (com noção de profundidade, ao contrário da laparoscopia, que é 2D), que pode ampliar de 10 a 12 vezes a imagem para observar pequenos detalhes.

Essa precisão do equipamento transforma qualquer movimento que o cirurgião faça em movimentos muito menores e mais precisos, reduzindo inclusive tremores.

Além disso, o robô reproduz alguns movimentos das mãos dos cirurgiões, muitas vezes com maior amplitude.

Vídeo - A Cirurgia Robótica no Câncer de Cabeça e Pescoço

A Cirurgia Robótica e os Tipos de Câncer

A Cirurgia Robótica pode ser empregada em diversos tipos de câncer.

Entre eles, próstata, rim, bexiga, pulmão, tireoide, endométrio, reto, em tumores pediátricos e nos gânglios linfáticos – saiba mais a seguir sobre as cirurgias para esses tipos de câncer. 

O A.C.Camargo Cancer Center já realizou milhares de cirurgias robóticas em Urologia. O procedimento, que é minimamente invasivo, é bastante difundido na área, principalmente, para tratar tumores de próstata e nos rins.

Quando diagnosticado em sua fase inicial, o câncer de próstata costuma ser tratado com a prostatectomia radical (retirada total da próstata). Ao longo dos anos, este procedimento evoluiu bastante. Inicialmente, era realizado por meio de cirurgia aberta, depois por laparoscopia.

Hoje, a Cirurgia Robótica é uma moderna opção disseminada em vários países desenvolvidos e é reconhecida como uma tecnologia segura, que facilita a tarefa cirúrgica de preservação de delicadas estruturas anatômicas responsáveis pela continência urinária e funções sexuais, com menor trauma cirúrgico.

Na robótica, na maioria das vezes, o cirurgião consegue uma visualização melhor em estruturas muito delicadas e pequenas, como, por exemplo, na sutura da uretra na cirurgia do câncer de próstata, que fica abaixo do osso púbico, de pequenos centímetros.

Além disso, propicia aos pacientes menos sangramento e transfusões, alta hospitalar precoce e rápido retorno para suas atividades habituais.

O uso de robôs também é utilizado para a retirada de tumores nos rins, bexiga, adrenal e metástases de tumores testiculares.

Na Ginecologia, a cirurgia com a utilização de robôs é aplicada em casos mais complexos como histerectomias (retirada do útero), linfadenectomias (retirada dos gânglios linfáticos) e câncer de endométrio.

Tradicionalmente, as cirurgias para tratamento de câncer ginecológico eram realizadas via abdominal, com cortes verticais na região, algo que aumentava os riscos de complicações, o tempo de recuperação do paciente e causava cicatrizes maiores.

Porém, nas últimas duas décadas, este cenário vem se transformando. Cada vez mais são realizadas cirurgias minimamente invasivas, inicialmente com a laparoscopia e mais recentemente com a cirurgia robótica.

Para a paciente, a aplicação deste método causa menos dor e cicatrizes, além de reduzir as taxas de complicações e o tempo de internação.

Já para o médico, a Cirurgia Robótica proporciona algumas vantagens como visão tridimensional de alta definição, câmera fixa, maior mobilidade das pinças e movimentos, maior número de instrumentos sob controle da cirurgia, entre outros.

No A.C.Camargo Cancer Center, a Cirurgia Robótica também é utilizada para o tratamento de tumores malignos e benignos do pulmão, do mediastino e da parede torácica.

As cirurgias com robô proporcionam ao cirurgião uma melhor visão da área que está sendo operada. Além disso, os instrumentos robóticos permitem movimentos mais precisos que os utilizados nas cirurgias convencionais (aberta ou por vídeo).

Essas características levam a algumas vantagens da Cirurgia Robótica, tais como menos dor, menor tempo com o dreno, menor tempo de internação, menor perda sanguínea e avaliação mais precisa dos linfonodos mediastinais e do estadiamento do câncer de pulmão.

Sim. Na área da Oncologia Pediátrica, o A.C.Camargo Cancer Center também é pioneiro em utilizar a Cirurgia Robótica, algo que vem desde 2017. 

A precisão durante um procedimento cirúrgico é fundamental para a garantia de um tratamento de qualidade, necessidade essa que é potencializada quando o paciente é uma criança. Com dimensões corpóreas e fisiologia diferentes dos adultos, todo cuidado e atenção devem ser redobrados.

A técnica minimamente invasiva, conduzida um(a) médico(a) cirurgiã(o) habilitado(a), pode ser utilizada em diversos casos, como na remoção de tumores das adrenais, dos rins, da próstata e outros procedimentos que fazem parte do tratamento de crianças com câncer, com o mesmo sucesso que se consegue em adultos.

Além de menor tempo de internação, com o emprego da robótica, são esperados menos efeitos adversos para as crianças.

O procedimento traz outros benefícios: menos dor no pós-operatório, menor tempo de hospitalização, menor risco de hérnias incisionais, benefícios estéticos e maior amplificação da imagem (aumento da profundidade da lente da câmera disposta nos robôs), com efeito tridimensional e precisão de movimentos.

Mas nem todas cirurgias são eletivas para o uso de robôs em crianças. É importante analisar caso a caso. Tumores muito grandes ou que envolvam estruturas nobres, como grandes vasos, ainda não são candidatos à ressecção por técnicas minimamente invasivas em crianças.

Head da Cirurgia Pediátrica do A.C.Camargo, a Dra. Maria Lúcia Pinho Apezzato é a primeira cirurgiã pediátrica habilitada a realizar cirurgias robóticas no Brasil.

A indicação da Cirurgia Robótica para o tratamento do câncer de cólon e reto depende da localização do tumor, do gênero e do perfil nutricional. 

A opção do uso do robô na cirurgia para câncer colorretal pode ser uma alternativa vantajosa nos tumores do reto (mais próximos ao ânus), já que fornece uma melhor precisão técnica, podendo preservar melhor os nervos genitais e urinários.

Geralmente, o uso de robôs é uma escolha para situações de maior complexidade, onde a videolaparoscopia se torna mais difícil, como nos pacientes obesos e com sobrepeso.

Com relação ao estágio da doença, temos ampliado o uso do robô mesmo para os tumores localmente avançados.

O câncer abdominal engloba tumores de esôfago, estômago, pâncreas, fígado, vesícula biliar, metástases hepáticas, tumores gastrointestinais, neuroendócrinos, entre outros.

No A.C.Camargo Cancer Center, as principais indicações da Cirurgia Robótica para Tumores Abdominais são para aqueles localizados no trato digestivo alto, já que a técnica permite dissecções mais precisas e melhor acesso às áreas mais profundas.

Um exemplo de Cirurgia Robótica aplicada a um câncer abdominal é a gastrectomia, técnica cirúrgica que retira parte ou todo o estômago.

A Cirurgia Robótica traz algumas vantagens para a qualidade de vida do paciente. Entre elas, a menor perda de sangue, diminuindo a necessidade de transfusão durante o procedimento, além de menos dor no pós-operatório, agilidade na retomada da dieta, recuperação mais rápida e cicatrizes menores.

É importante destacar que o método também permite que o paciente inicie mais rapidamente a quimioterapia ou a radioterapia após a cirurgia.

Sim. A vantagem de as tireoidectomias (retirada total da glândula tireoide) serem por via robótica é que o método evita cicatrizes aparentes na região – em vez do pescoço, pode-se fazer a incisão por trás da orelha ou por dentro da boca.

A Cirurgia Robótica também pode ser empregada para outros tumores na região do pescoço, incluindo esvaziamentos cervicais e remoção de tumores de glândulas salivares.

Sobre os outros órgãos da região de Cabeça e Pescoço, o A.C.Camargo Cancer Center é um dos pioneiros na América Latina em realizar operações robóticas em casos de câncer da garganta. E, nos últimos anos, tem liderado a expansão desse tipo de cirurgia para outras regiões do pescoço.

A técnica é um avanço para tratamento de tumores nestas regiões, evitando técnicas cirúrgicas mórbidas como a mandibulotomia, procedimento em que a mandíbula é descontinuada para melhor expor a orofaringe.

Desta forma, com o apoio de robôs, é possível alcançar tumores da faringe e laringe, por exemplo, de forma mais direta e menos invasiva, com melhores resultados para o tratamento.

Sim, fazemos também por via robótica as chamadas linfadenectomias, que são as remoções dos gânglios linfáticos, que é um ponto importante na cirurgia do câncer.

O robô pode facilitar suturas delicadas, secções complexas para vasos milimétricos e nervos pequenos.

A Cirurgia Robótica e a Covid-19

Não aumentam. Ao adotar as medidas de segurança indicadas, realizar o seu procedimento torna-se uma prática segura. 

Dada a particularidade e a especificidade de cada caso, porém, é fundamental que o paciente discuta diretamente com seu médico oncologista a melhor escolha a ser feita no momento.

#QuemTemCâncerTemPressa e estamos prontos para acolher nossos pacientes, assistindo-os de forma segura em todas as fases de seu tratamento. 

Dessa forma, estabelecemos o Atendimento Oncológico Protegido – um conjunto de processos para o paciente prosseguir com seu tratamento, em tempos de pandemia

Todas as práticas adotadas estão de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. 

Conheça aqui o Atendimento Oncológico Protegido do A.C.Camargo.

Sim. A Telemedicina é uma excelente opção para a realização das suas consultas e o acompanhamento do seu tratamento, de forma rápida e segura, evitando deslocamentos excessivos, principalmente para pacientes que residem mais longe das nossas unidades.  

Outra medida de segurança é o Pronto Atendimento Digital. Antes de vir ao A.C.Camargo, o paciente tem a opção de acessar a plataforma Pronto Atendimento Digital e responder a uma série de questões. Por exemplo, se teve contato com alguém com suspeita de covid-19, se há sintomas como febre e falta de ar e se pertence a algum grupo de risco. 

Em seguida, a inteligência artificial analisa as informações concedidas e define se o caso é considerado crítico ou não. Assim, evita-se que o Pronto Atendimento fique saturado com casos não-urgentes e diminuem-se os focos de contaminação. 

Os dois cenários: 

  • Se os sintomas forem de gravidade: o paciente com suspeita de covid-19 confirma que vai para o A.C.Camargo e, imediatamente, ele aparece na plataforma de previsão de demanda para o Pronto Atendimento, visualizada pelos profissionais da Instituição;
  • Se o caso for menos crítico: uma mensagem orienta a permanência em isolamento domiciliar. Depois, a plataforma convida o paciente a responder ao formulário diariamente para monitorar seus sintomas, assim a equipe assistencial poderá acompanhar a progressão ou não do quadro, dia a dia. O paciente ainda recebe dicas de prevenção. 

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