Pesquisa

“A imunoterapia está mudando o tratamento do câncer e o futuro parece bem iluminado”

Linha Fina

Entenda mais sobre este tipo de tratamento e sobre as CAR-T Cells com o Doutor David Maloney, norte-americano da Universidade de Washington e do Fred Hutchinson Cancer Research Center

As CAR-T Cells – em português, células CAR-T – são uma modalidade de imunoterapia que promete revolucionar o tratamento do câncer, sobretudo tumores hematológicos.

Trata-se de terapias personalizadas que agem em alvos específicos, usando células do paciente e não medicamentos sintéticos. 

Nela, as células de defesa do organismo são extraídas do paciente e moldadas em laboratório para combaterem seu próprio tumor. Depois, são infundidas de volta no paciente. Ou seja, elas atuam reprogramando as próprias células do paciente contra a doença.

Essa modalidade de tratamento imunoterápico foi discutida não apenas em painéis do Next Frontiers to Cure Cancer, congresso internacional organizado pelo A.C.Camargo: foi o assunto da aula magna Terapias com células CAR-T na prática clínica, dada pelo Doutor David Maloney, norte-americano da Universidade de Washington e do Fred Hutchinson Cancer Research Center.


CAR-T Cells e imunoterapia: futuro promissor

“A imunoterapia está mudando o tratamento do câncer e o futuro parece bem iluminado”, comemora o Doutor David Maloney, sem se esquecer que ainda há desafios importantes, principalmente em relação às CAR-T Cells.

“Há vários estudos em andamento nos quais estamos discutindo o poder das CAR-T Cells para acabar com as células cancerígenas, mas é difícil, precisamos compreender melhor como os receptores funcionam e cuidar da questão da toxicidade”, acrescenta o médico.

O Doutor David Maloney explicou que os estudos demonstram que há melhores respostas em leucemias, linfomas e mieloma múltiplo, mas ainda é preciso avançar, por exemplo, em compreensão para tumores sólidos e de pulmão.

Doutor David, cabelo e cavanhaque brancos, fala de imunoterapia
"
Para avançarmos para este futuro iluminado, há estudos em andamento que discutem o poder das CAR-T Cells para acabar com as células cancerígenas, mas precisamos compreender melhor como os receptores funcionam e cuidar da questão da toxicidade.
Doutor David Maloney, da Universidade de Washington e do Fred Hutchinson Cancer Research Center

A.C.Camargo realiza 6ª edição do Next Frontiers to Cure Cancer e aborda os principais avanços em pesquisa e inovação no diagnóstico e no tratamento do câncer

Entre os dias 22 e 25 de junho, acontecerá a 6ª edição do Next Frontiers to Cure Cancer, congresso internacional organizado pelo A.C.Camargo Cancer Center para discutir os principais avanços em pesquisa e inovação em diagnóstico e tratamento do câncer. Assim como na última edição, o evento será totalmente online, com mais de 300 horas, e reforçará o papel da ciência como um grande agente transformador que atua em benefício da prática médica e do tratamento oncológico.

“O Next Frontiers to Cure Cancer é um evento aguardado na agenda oncológica do país e reúne profissionais que atuam nos principais centros oncológicos do mundo para debater inovações em pesquisa, diagnóstico e tratamento do câncer. O evento ainda envolve dois pilares da nossa Instituição, que são Ensino e Pesquisa, e gira em torno das necessidades do paciente e dos profissionais que cuidam de toda a jornada oncológica com a expertise de um cancer center”, comenta Dr. José Humberto Fregnani, Superintendente de Ensino e Pesquisa do A.C.Camargo Cancer Center.

Desde 2017, o Next Frontiers to Cure Cancer acontece anualmente (com exceção de 2020 que não ocorreu devido à pandemia da Covid-19) e promove muita integração entre os profissionais. Além disso, aborda temas de extrema relevância no cenário da oncologia, como ciência, inovação e tecnologias, custo-efetividade etc. “Sabemos que o enfrentamento ao câncer é uma questão mundial. Por isso contamos com muitas parcerias com Institutos nacionais e internacionais para a troca de informações profissionais e aprimoramento de pesquisas”, reforça o Dr. Fregnani.

Entre os temas do Next de 2022 estão “O futuro da terapia com células CAR-T: será o fim do transplante alogênico?”, “Doença Residual Mínima no Mieloma Múltiplo: Estamos prontos para irmos dos estudos clínicos para a vida real?”, “Papel da imunoterapia no tratamento do câncer de esôfago localizado e metastático”, “Estado da arte da cirurgia minimamente invasiva no tratamento do câncer de estômago”, “É hora de abandonar o tratamento cirúrgico upfront no câncer de pâncreas localizado?”, “Tumores de mama”, “Neoadjuvância em câncer de mama: de sua origem até os conceitos atuais”, “Câncer de pulmão em não fumantes: por que a incidência aumenta?”, “Cuidados Paliativos e uso de Imunoterapia em idosos com câncer” etc.

O evento ainda contará com cursos livres, que abordarão os seguintes temas:

  • Anestesia em Oncologia
  • Detecção e manejo de sinais e sintomas em pacientes oncológicos: o protagonismo e atuação do enfermeiro
  • Emergências oncológicas
  • Epidemiologia do câncer
  • Medicina Hospitalar em um Cancer Center: 10 anos na assistência e auxílio na gestão
  • Oncogeriatria
  • Tumores ósseos e Sarcomas

Para participar do Next Frontiers to Cure Cancer basta acessar o site e realizar a inscrição.

O resultado inesperado de um estudo sobre câncer: remissão em todos os pacientes

Linha Fina

O estudo foi pequeno e especialistas dizem que precisa ser replicado. A head de oncologia clínica do A.C.Camargo aponta que este será o novo protocolo adotado a partir de hoje

Foi um pequeno teste, apenas 18 pacientes com câncer de reto, onde cada paciente tomou o mesmo medicamento imunoterápico. Mas os resultados foram surpreendentes. O câncer desapareceu em todos os pacientes, indetectável por exame físico, endoscopia, PET ou ressonância magnética.

Dr. Luis A. Diaz Jr., do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, autor de um artigo publicado neste domingo (05), no New England Journal of Medicine, descrevendo os resultados da pesquisa, disse que não conhecia nenhum outro estudo em que um tratamento eliminou completamente um câncer em cada paciente testado. "Acredito que esta é a primeira vez que isso acontece na história do câncer", destaca.

O tratamento revelado no congresso da ASCO (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), que termina na próxima terça-feira (07), em Chicago, mostrou um tumor que desapareceu completamente em todos os pacientes testados.

“Um tratamento de imunoterapia em pacientes com câncer de reto localizado (sem metástases) levou a resolução de 100% dos casos. Esses pacientes deixaram de receber radioterapia, quimioterapia e não precisaram ser operados”, explica a Dra. Rachel Riechelmann, head de oncologia clínica do A.C.Camargo Cancer Center.

Apesar da amostra ser considerada pequena, 100% de resposta é um resultado inédito e chama a atenção da comunidade médica mundial. “Quanto submetido a uma cirurgia, a maioria dos pacientes fica com uma bolsa de colostomia definitiva. A partir de hoje, esse deve ser o novo padrão de tratamento”, aponta a oncologista.

Esses pacientes com câncer retal enfrentavam tratamentos extenuantes – quimioterapia, radiação e, muito provavelmente, cirurgias que podem resultar em disfunção intestinal, urinária e sexual.

Eles entraram no estudo pensando que, quando terminasse, teriam que passar por esses procedimentos porque ninguém esperava realmente que seus tumores desaparecessem.

Mas eles tiveram uma surpresa: nenhum tratamento adicional foi necessário.

"Houve muitas lágrimas de felicidade", disse a Dra. Andrea Cercek, oncologista do Memorial Sloan Kettering Cancer Center e autora do artigo, que foi apresentado domingo na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.

Em média, um em cada cinco pacientes tem algum tipo de reação adversa a medicamentos como o que esses pacientes tomaram, o dostarlimabe, conhecido como inibidor de marcações. A medicação foi dada a cada três semanas durante seis meses e custou cerca de US$ 11.000 por dose. Ele desmascara as células cancerosas, permitindo que o sistema imunológico as identifique e destrua.

Embora a maioria das reações adversas seja facilmente gerenciada, de 3% a 5% dos pacientes que tomam inibidores apresentam complicações mais graves que, em alguns casos, resultam em fraqueza muscular e dificuldade em engolir e mastigar.

Em um editorial que acompanha o artigo, a Dra. Hanna K. Sanoff, do Lineberger Comprehensive Cancer Center da Universidade da Carolina do Norte, que não esteve envolvida no estudo, o chamou de “pequeno, mas atraente”. Ela acrescentou, porém, que não está claro se os pacientes estão curados.

"Muito pouco se sabe sobre a duração do tempo necessário para descobrir se uma resposta clínica completa ao dostarlimabe equivale à cura", disse o Dr. Sanoff no editorial.

Dr. Kimmie Ng, especialista em câncer colorretal da Harvard Medical School, disse que, embora os resultados fossem “notáveis” e “sem precedentes”, eles precisariam ser replicados.

A inspiração para o estudo do câncer retal veio de um ensaio clínico que o Dr. Diaz liderou em 2017. Envolveu 86 pessoas com câncer metastático que se originou em várias partes de seus corpos. Mas todos os cânceres compartilhavam uma mutação genética que impedia as células de reparar danos no DNA. Essas mutações ocorrem em 4% de todos os pacientes com câncer.

Os pacientes nesse estudo tomaram um inibidor de marcação por até dois anos. Os tumores encolheram ou estabilizaram em cerca de um terço a metade dos pacientes, e eles viveram mais. Os tumores desapareceram em 10% dos participantes do estudo.

Isso levou o Dr. Cercek e o Dr. Diaz a perguntarem: o que aconteceria se a droga fosse usada muito mais cedo no curso da doença, antes que o câncer tivesse a chance de se espalhar?

Eles promoveram um estudo de pacientes com câncer retal avançado – tumores que se espalharam no reto e às vezes para os gânglios linfáticos, mas não para outros órgãos. O Dr. Cercek notou que a quimioterapia não estava ajudando uma parte dos pacientes que tinham as mesmas mutações que afetaram os pacientes no estudo de 2017. Em vez de encolher durante o tratamento, seus tumores retais cresceram.

Talvez, Dr. Cercek e Dr. Diaz raciocinaram, a imunoterapia com um inibidor de checkpoint permitiria que tais pacientes evitassem quimioterapia, radiação e cirurgia.

O Dr. Diaz começou a perguntar às empresas que fabricavam inibidores de marcação se eles patrocinariam um pequeno teste. Eles o recusaram, dizendo que era muito arriscado. Ele e o Dr. Cercek queriam dar a droga a pacientes que poderiam ser curados com tratamentos padrão. O que os pesquisadores estavam propondo pode acabar permitindo que os cânceres cresçam além do ponto em que possam ser curados.

"É muito difícil alterar o padrão de atendimento", disse o Dr. Diaz. “Todo o maquinário de tratamento padrão quer fazer a cirurgia.”
Finalmente, uma pequena empresa de biotecnologia, concordou em patrocinar o estudo. 

Seu primeiro paciente foi Sascha Roth, então com 38 anos. Ela notou um sangramento retal pela primeira vez em 2019, mas se sentiu bem - ela é uma corredora e ajuda a administrar uma loja de móveis da família em Bethesda, Maryland.

Durante uma rodada de exames, ela lembrou, seu gastroenterologista disse: “Ah, não. Eu não esperava isso!”

No dia seguinte, o médico ligou para a Sra. Roth. Ele havia feito uma biópsia do tumor. “Definitivamente é câncer”, ele disse a ela. "Eu derreti completamente", disse ela.

Logo, ela estava programada para começar a quimioterapia na Universidade de Georgetown, mas um amigo insistiu que ela visse primeiro o Dr. Philip Paty no Memorial Sloan Kettering. Dr. Paty disse a ela que estava quase certo de que seu câncer incluía a mutação que tornava improvável que respondesse bem à quimioterapia. Descobriu-se, porém, que a Sra. Roth era elegível para entrar no ensaio clínico. Se ela tivesse começado a quimioterapia, ela não estaria.

Não esperando uma resposta completa ao dostarlimab, a Sra. Roth tinha planejado se mudar para Nova York para radioterapia, quimioterapia e possivelmente cirurgia após o término do teste. Para preservar sua fertilidade após o tratamento de radiação esperado, ela teve seus ovários removidos e colocados de volta sob as costelas.

Após o julgamento, o Dr. Cercek deu-lhe a notícia.

"Nós analisamos seus exames", disse ela. “Não há absolutamente nenhum câncer.” Ela não precisou de mais nenhum tratamento.

“Eu contei para minha família”, disse Roth. “Eles não acreditaram em mim.” Mas dois anos depois, ela ainda não tem nenhum traço de câncer.

*Conteúdo adaptado do texto de Gina Kolata, publicado no The New York Times em 5 de junho. Gina escreve sobre ciência e medicina. Ela foi duas vezes finalista do Prêmio Pulitzer e é autora de seis livros, incluindo “Mercies in Disguise: A Story of Hope, a Family's Genetic Destiny, and The Science That Saved Them”.

A.C.Camargo abre o primeiro estudo clínico brasileiro de células CAR-T para mieloma múltiplo

Linha Fina

O estudo buscará entender se há melhoria no desfecho do paciente que utiliza a terapia com células CAR-T após uma sequência inicial de três medicamentos utilizados no tratamento da doença

O A.C.Camargo Cancer Center abriu o primeiro estudo clínico brasileiro que utilizará a inovadora terapia com células CAR-T para pacientes com mieloma múltiplo recém-diagnosticado e para os quais o transplante de células-tronco autólogo não está planejado como terapia inicial.

Para os pacientes com este perfil, o tratamento atual mais recomendado é feito com uma sequência de três medicamentos. Por isso, o objetivo do estudo é entender se os pacientes que utilizam estes três medicamentos e, em seguida, fazem a terapia com células CAR-T, têm desfecho melhor quando comparados aos pacientes que fazem o tratamento somente com os medicamentos.

Como muitos dos estudos envolvendo mieloma múltiplo e CAR-T consideravam pacientes com o câncer recidivado, a inovação deste tratamento é ter como público os pacientes com diagnóstico recente da doença e ainda não terem passado por diversas fases de tratamento. 

Apesar deste estudo apresentar um cenário promissor, o mieloma ainda não tem cura. Mas, a pesquisa pode trazer uma nova perspectiva de possibilidade de remissão ainda mais prolongada para a doença se for tratada desde as fases mais iniciais.

Outro ponto positivo do estudo é oferecer a possiblidade de tratamento de ponta para os pacientes do SUS que participarem da pesquisa. Mesmo se o paciente não estiver no grupo que utilizará as células CAR-T, também poderá se beneficiar ao ter acesso aos três medicamentos, pois um deles não é disponibilizado pelo SUS.

Saiba mais sobre mieloma múltiplo

No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue. Mais recorrente em pessoas com idade superior a 60 anos, seus sinais podem ser confundidos com questões inerentes ao envelhecimento, retardando o diagnóstico.

Atualmente, os meios de prevenção do mieloma múltiplo ainda não são conhecidos, bem como suas causas. Contudo, sabe-se que, além da idade, histórico familiar, exposição à radiação e a produtos químicos, como amianto e pesticidas, também são fatores de risco.

O diagnóstico é feito pelo hematologista ou oncologista, por meio de testes clínicos, sanguíneos, de urina e biópsia da medula. Exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, são usados para identificar se o câncer compromete outras regiões do corpo. 

Estima-se que cerca de 95% dos casos são diagnosticados em fases avançadas da doença. Nesse quadro avançado, a taxa de sobrevida de cinco anos é de 51%, enquanto esse percentual pode chegar a 74% quando identificado em estágio inicial.

 

FONTE: Dr. Jayr Schmidt Filho, líder do Centro de Referência de Neoplasias Hematológicas do A.C.Camargo Cancer Center.

Webinar: Ciência como negócio em saúde

Linha Fina

Assista ao papo em vídeo e aprenda sobre o tema

Ciência como negócio em saúde: neste webinar, os cientistas Fábio Gandour e Israel Tojal explicam tudo sobre o tema.

Assista ao vídeo abaixo:

 

+ Podcast A.C.Camargo
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Car-T Cells: ANVISA aprova terapia para tratamento de mieloma múltiplo

Linha Fina

Nova modalidade de imunoterapia, que modifica geneticamente os linfócitos contra o tumor, será disponibilizada no A.C.Camargo Cancer Center

Car-T Cells: a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anuncia a aprovação da primeira terapia à base de células Car-T para tratar o mieloma múltiplo, tipo de câncer que atinge a medula óssea.

Mais recorrente em pessoas com idade superior a 60 anos, seus sinais podem ser confundidos com questões inerentes ao envelhecimento, retardando o diagnóstico.

“No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue”, explica Dr. Jayr Schmidt Filho, Líder do Centro de Referência de Neoplasias Hematológicas do A.C.Camargo Cancer Center.

Atualmente, os meios de prevenção do mieloma múltiplo ainda não são conhecidos, bem como suas causas. Contudo, sabe-se que, além da idade, histórico familiar, exposição à radiação e a produtos químicos, como amianto e pesticidas, também são fatores de risco.

O diagnóstico é feito pelo hematologista ou oncologista, por meio de testes clínicos, sanguíneos, de urina e biópsia da medula. Exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética, são usados para identificar se o câncer compromete outras regiões do corpo. Estima-se que cerca de 95% dos casos são diagnosticados em fases avançadas da doença. Nesse quadro avançado, a taxa de sobrevida de cinco anos é de 51%, enquanto esse percentual pode chegar a 74% quando identificado em estágio inicial.

A terapia por Car-T Cells é uma modalidade da imunoterapia que lança mão de células geneticamente modificadas e reprogramadas em laboratório para destruir os tumores. “Esta aprovação, que ainda depende de trâmites burocráticos para ser disponibilizada para os pacientes, pode significar a cura para pacientes que já tinham esgotado as possibilidades terapêuticas”, aponta o especialista.

A aprovação pela ANVISA é uma parte do processo de disponibilização do medicamento no país, que ainda será precificado pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) do Governo Federal – órgão interministerial responsável pela regulação econômica do mercado de medicamentos no Brasil.


Como a terapia é realizada

A terapia por Car-T Cells é feita a partir da coleta de células T do sistema imunológico, os linfócitos, que são modificadas geneticamente e programadas para reconhecer e combater o tumor.

Há muita ciência por trás do desenho da molécula CAR. “Podemos dizer que as Car-T Cells são um grande feito da biotecnologia aplicada ao tratamento do câncer”, explica.


Como atuam as Car-T Cells

A primeira etapa é colher células do sistema imunológico a partir da centrifugação do sangue dos pacientes a serem tratados, procedimento conhecido como leucaférese, parecido com uma hemodiálise.

Em seguida, o especialista isola um tipo de leucócito (célula de defesa) conhecido como linfócito T, um dos principais responsáveis pela defesa do organismo. Esse linfócito consegue reconhecer antígenos existentes na superfície celular de agentes externos ou internos infecciosos e de tumores para combater tais invasores.

O próximo passo é enviar o material coletado a um laboratório que fará a manufatura dessas células, que consiste na modificação genética delas para programar os linfócitos para destruir o tumor.

Isso é feito com auxílio de um vetor viral, um vírus que tem o material genético alterado em laboratório para reconhecer e combater o tumor. Esse vetor entra no linfócito T, modifica o DNA dele e faz com que aquela célula expresse um receptor que reconheça o antígeno da doença e a ataque.

“A modificação faz os linfócitos T atacarem as células tumorais. Antes de introduzir a célula, é feita uma quimioterapia no paciente a fim de imunossuprimi-lo para que o sistema imune não combata as células”, explicou o Dr. Jayr Schmidt.

Dentro de sete dias após a infusão das Car-T Cells, pode haver uma reação inflamatória, sinal de que os linfócitos modificados estão se reproduzindo dentro do organismo e induzindo a liberação de substâncias para eliminar o tumor.

Nesse momento, além de febre, pode haver queda importante da pressão arterial e eventual necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Apenas quatro instituições foram credenciadas para oferecer esse tratamento de alta complexidade no país, e o A.C.Camargo é o único cancer center que poderá ministrar a terapia, que deve chegar aos pacientes no segundo semestre de 2022.

Mieloma múltiplo: pacientes podem participar de estudos clínicos e ter benefícios no A.C.Camargo

Linha Fina

Neste mês de conscientização sobre esse tipo de câncer hematológico, conheça seus sinais e sintomas e saiba como fazer parte de uma pesquisa, contribuir com a ciência e evoluir no tratamento

O mieloma múltiplo é o câncer de um tipo de célula da medula óssea chamada de plasmócito, responsável pela produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias. No mieloma múltiplo, os plasmócitos são anormais e se multiplicam rapidamente, comprometendo a produção das outras células do sangue.

O INCA não apresenta estatísticas oficiais sobre a incidência da doença no Brasil, mas, mesmo assim, precisamos conscientizar a população sobre como identificar precocemente um mieloma múltiplo

A seguir, saiba mais sobre fatores de risco, sinais, sintomas e sobre como pacientes podem participar de estudos clínicos e ter benefícios no tratamento, sem falar na contribuição com a ciência do câncer.


Fatores de risco para mieloma múltiplo

Não se sabe o que causa o mieloma múltiplo, então não existem formas de prevenção da doença. De qualquer forma, é bom manter uma vida saudável, com alimentação rica em verduras, legumes e frutas, sem abusar da carne vermelha, além de não fumar, praticar exercícios regularmente e não abusar do álcool.

Dois pontos são conhecidos entre os pacientes:

  • A maioria dos pacientes tem mais de 65 anos;
  • Casos de mieloma múltiplo são um pouco mais frequentes em homens do que em mulheres.


Sinais e sintomas 

A doença não costuma apresentar sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta o diagnóstico nessa fase. Nas manifestações sintomáticas podem ocorrer:

  • Fraturas: as células do mieloma produzem substâncias chamadas citocinas, que podem fazer com que algumas células dos ossos, os osteoclastos, destruam o tecido ósseo ao seu redor. As apresentações mais comuns nos raios-x são as lesões líticas (aspecto de buracos negros). Mais frágil, essa parte do osso pode se partir causando, fraturas espontâneas ou com o mínimo esforço;
  • Dor nos ossos: especialmente na coluna lombar, nas costelas ou no quadril, e que piora com o movimento;
  • Fadiga ou cansaço: causados por anemia;
  • Infecções: pode ocorrer um prejuízo ao sistema imune no combatem a vírus e bactérias, tornando os pacientes mais vulneráveis a infecções. Pneumonia, infecções urinárias, além de sinusite e infecções da pele, são as mais comuns;
  • Redução do volume da urina: provocada por insuficiência renal, já que as proteínas anormais produzidas pelo câncer em grande quantidade se acumulam nos rins.


Estudos clínicos para mieloma múltiplo: entenda

Primeiramente, precisamos explicar o que são os estudos clínicos e ratificar sua segurança.

Estudos clínicos são iniciativas que comparam o melhor tratamento disponível com um tratamento inovador. Graças a essas pesquisas, surgem novas condutas terapêuticas para o tratamento de vários tipos de tumor, sempre visando o melhor para o paciente.

É que um medicamento não pode ser utilizado em um tratamento sem que seus riscos e benefícios sejam conhecidos em detalhes. Da produção da molécula até chegar ao paciente, há um caminho longo, com muitos estudos que se estendem por anos.

Primeira etapa: a molécula é testada em células de laboratório, depois em modelos de animais, respeitando todo o cuidado ético com animais de experimento.

Somente após esses testes começam os estudos clínicos em voluntários humanos, divididos em quatro fases distintas.

Clique aqui e saiba tudo sobre os estudos clínicos, detalhadamente.

Sua participação, além de não prejudicar em nada o seu tratamento (ao contrário, pode haver benefícios), é gratuita e ajuda a salvar vidas.

No A.C.Camargo, temos, no momento, dois estudos clínicos abertos para pacientes com mieloma múltiplo. Confira abaixo:


Mieloma múltiplo - Estudo: LYNX

Público: pacientes com mieloma múltiplo já tratados com daratumumabe.

Objetivo: avaliar se a terapia-alvo é melhor do que a terapia padrão.


Mieloma múltiplo - Estudo: DREAMM 3

Público: pacientes com mieloma múltiplo já tratados previamente com quimioterapia.

Objetivo: avaliar se a terapia-alvo combinada é melhor do que a terapia padrão.

 

Caso queira saber mais sobre as pesquisas clínicas, envie um e-mail para: [email protected].

Estudo RAGNAR: A.C.Camargo ocupa lugar de destaque entre 196 centros oncológicos mundiais

Linha Fina

Iremos integrar o grupo de 20 autores que serão responsáveis pela apresentação da pesquisa no congresso da American Society of Clinical Oncology, a ASCO; além disso, fomos eleitos top screeners e top recrutadores  

Estudo RAGNAR: esta grandiosa pesquisa internacional sobre tratamento do câncer, que será detalhada a seguir, gerou reconhecimentos importantíssimos para o A.C.Camargo, em especial ao Dr. Marcelo Corassa, oncologista clínico da Instituição. 

Alcançamos o primeiro lugar nacional no recrutamento (inclusão) de participantes de pesquisa no estudo e a segunda posição no ranking de screening (rastreamento de pacientes).

Além de top screeners e top recrutadores, também fomos selecionados entre 196 centros oncológicos mundiais para integrar o grupo de 20 autores que serão responsáveis pela apresentação do estudo no congresso da American Society of Clinical Oncology, a ASCO, em junho. 


Screening? Entenda 

A primeira fase de um estudo como o RAGNAR é chamada de screening, na qual são feitos testes para checar se os pacientes eram ou não elegíveis ao protocolo. 

Fizemos a triagem de 125 pacientes no total, que realizaram testes moleculares em amostras de seus tumores. Após esta análise, três pacientes apresentaram as alterações necessárias para participar do estudo e foram perguntados sobre seu interesse na participação. Os três pacientes, de forma voluntária, ingressaram na fase de tratamento do estudo.

No Brasil, nenhum centro recrutou mais pacientes. Por isso, ficamos em segundo no screening e em primeiro no recrutamento.


Sobre o estudo RAGNAR: 196 centros oncológicos internacionais

O estudo RAGNAR é um estudo de fase II, multicêntrico, envolvendo múltiplos países ao redor do mundo, patrocinado pela empresa Janssen.

Foram 196 centros totais nos seguintes países: EUA, Brasil, Argentina, Austrália, Bélgica, China, França, Alemanha, Itália, Japão, Coreia do Sul, Polônia, Espanha, Taiwan e Reino Unido. 

O objetivo primário do estudo era avaliar a eficácia da droga Erdafitinibe, que é um inibidor oral de um gene chamado FGFR, em pacientes que apresentavam em seus tumores alterações deste mesmo gene. 

Para entrar no estudo, os pacientes poderiam apresentar qualquer tipo de tumor, desde que já houvessem recebido todos os tratamentos considerados padrão para o tumor específico e que apresentassem alterações no FGFR. 

Essas alterações genéticas não são avaliadas normalmente, por isso o estudo consistiu em duas fases diferentes: uma fase inicial, na qual era feito um teste para avaliar se o paciente apresentava a alteração necessária do estudo. E, em caso positivo, o paciente poderia optar por participar da fase de tratamento com o Erdafitinibe. 


Resultados do estudo no congresso da American Society of Clinical Oncology

O estudo foi concluído para recrutamento no Brasil e no mundo, mas os pacientes que foram incluídos e que ainda estão com benefício com o tratamento continuam recebendo a medicação. 

Os resultados foram submetidos para apresentação oral no congresso anual da ASCO, em junho, onde serão exibidos. 

O estudo RAGNAR traz uma avaliação cada vez mais frequente nos últimos anos: estudar a eficácia de uma droga direcionada a um determinado alvo genético, independentemente do tipo de tumor. 

O estudo buscou estudar uma alternativa nova para qualquer paciente com câncer, contanto que ele tenha já recebido pelo menos um tratamento considerado padrão e que tenha a alteração molecular no gene FGFR, que é o alvo da droga Erdafitinibe. 

Caso o resultado seja positivo, o estudo RAGNAR trará uma nova alternativa de tratamento que não depende do tipo de tumor específico, e sim da avaliação molecular. Estas avaliações tem sido cada vez mais frequentes e acessíveis, podendo ser realizadas, inclusive, no próprio A.C.Camargo.


Fonte: Dr. Marcelo Corassa, oncologista clínico do A.C.Camargo 
 

Células CAR-T, o sistema imune no combate ao câncer

Linha Fina

Nova modalidade de imunoterapia, que modifica geneticamente os linfócitos contra o tumor, será utilizada no A.C.Camargo Cancer Center 

O A.C.Camargo Cancer Center foi um dos centros mundiais especializados no tratamento do câncer escolhidos para a utilização da nova imunoterapia com células CAR-T no Brasil.  

Trata-se de modalidade da imunoterapia que lança mão de células geneticamente modificadas e reprogramadas em laboratório para destruir os tumores.  

Os cientistas a estão chamando de droga viva, e ela trata, por enquanto, linfoma difuso de grandes células, leucemia linfoide aguda e mieloma múltiplo.  

“Mas há a expectativa de que logo sejam identificados alvos de outras doenças oncológicas para ampliar as indicações”, afirmou o Dr. Jayr Schmidt, responsável pela imunoterapia na Instituição.


Células CAR-T, um avanço grandioso

A imunoterapia por células CAR-T representa avanço tamanho para o tratamento do câncer, que pode render um novo Nobel de Medicina à área, na opinião de Dr. Martín Bonamino, pesquisador do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e da Fiocruz. 
O último Nobel à área veio em 2018, para o americano James P. Allison, do MD Anderson Cancer, uma das instituições parceiras do A.C.Camargo Cancer Center, e para o japonês Tasuku Honjo, da Universidade de Kyoto. 

Numa outra modalidade de imunoterapia, chamada de bloqueio de checkpoints imunológicos, os premiados desenvolveram pesquisas sobre duas proteínas produzidas por tumores – a CTLA-4 e a PD-1 – que paralisavam o sistema imune do paciente durante o desenvolvimento do câncer. Eram as proteínas chamadas de checkpoints, que bloqueavam o sistema imune, para que não atacasse o tumor. 

As drogas pesquisadas por Allison e Tasuku retiram esse bloqueio e recuperam o poder de ataque do sistema imunológico. 
A história da imunoterapia tem mais de um século. De acordo com Dr. Martín Bonamino, ela tem início no fim do século XIX, com o cirurgião William B. Coley, em Nova York. 
 

infográfico células car-t

Na época, sem quimioterapia ou radioterapia, o tratamento para o câncer era basicamente cirúrgico. Foi operando tumores que Dr. Coley notou que alguns deles regrediam se infeccionassem depois da cirurgia, também não existia ainda o antibiótico. Por associação, ele começou a tratar os pacientes com extratos de micro-organismos, bactérias, e alguns tumores começaram a ter regressão. 

“Essa é a primeira imunoterapia que a gente conhece bem documentada e com taxas de sucesso bem interessantes”, contou Bonamino.

Depois disso, a imunoterapia ficou um longo tempo em segundo plano. Vieram a radioterapia, depois as quimioterapias e, somente na década de 1980, ela renasceu, quando um grupo de pesquisadores estadunidenses passou a tirar células de defesa dos próprios tumores, expandi-las em laboratório e infundi-las no paciente. “É o que chamamos de TIL (sigla do inglês para linfócitos infiltrantes de tumor)”, explicou Bonamino.

No paralelo iniciaram-se os transplantes de medula. Na década de 1990, passada a fase inicial em que se pensava ter de matar até a última célula de leucemia, descobriu-se que parte do sucesso tinha a ver com os linfócitos do doador, que eram transplantados juntos com a medula.

Os estudiosos se deram conta de que tais linfócitos, especialmente os linfócitos T, são capazes de destruir as últimas células de leucemia. 

Segundo Bonamino, o estudo veio reforçar que os linfócitos, quando reconhecem o tumor, são capazes de destruir suas células. No entanto, boa parte dos tumores não tem muitos antígenos que possam ser reconhecidos pelo sistema imune, seja porque tem poucas mutações, seja por não ter mutações imunogênicas.

“É exatamente aqui que entra o conceito de CAR-T. Reparem que tanto os linfócitos infundidos com o transplante quanto os infiltrados no tumor contam com uma resposta imune natural. Tumores pobres em mutações podem ser manipulados geneticamente com um gene artificial, o CAR, para fazer o linfócito reconhecer o tumor”, resumiu Bonamino.


Como é feita a terapia

A terapia por células CAR-T é feita a partir da coleta de células T do sistema imunológico, os linfócitos, que são modificadas geneticamente e programadas para reconhecer e combater o tumor.

Há muita ciência por trás do desenho da molécula CAR. “Podemos dizer que as células CAR-T são um grande feito da biotecnologia aplicada ao tratamento do câncer”, completou. 

Para o Dr. Jayr Schmidt, do A.C.Camargo Cancer Center, é o maior avanço no tratamento do câncer dos últimos anos e pode se estabelecer como um dos pilares do combate à doença ao lado de quimioterapia, cirurgia e radioterapia.

A terapia por células CAR-T, até o momento capaz de reconhecer e atacar as proteínas CD-19 e BCMA, foi desenvolvida nos Estados Unidos, onde já é oferecida por dois laboratórios farmacêuticos, desde 2017, a um preço próximo de 400 mil dólares. 

“No Brasil, ela começa a aparecer somente agora, com quase quatro anos de atraso. Isso porque é um tratamento trabalhoso e de alto custo”, comentou Dr. Schmidt.

Aqui, o processo inclui levar o material a uma central especializada – todas até o momento são fora do país –, fazer ali a modificação genética e trazer de volta, para então infundir no paciente, ou seja, um tratamento de difícil logística e alto custo.

“Assim, para fazer o tratamento no Brasil hoje, estimo que seja preciso investir entorno de 350 a 400 mil dólares”, lamenta o especialista.
 

 

Como atuam as células Car-T

A primeira etapa é colher células do sistema imunológico a partir da centrifugação do sangue dos pacientes a serem tratados, procedimento conhecido como leucaférese, parecido com uma hemodiálise. 

Em seguida, o especialista isola um tipo de leucócito (célula de defesa) conhecido como linfócito T, um dos principais responsáveis pela defesa do organismo. Esse linfócito consegue reconhecer antígenos existentes na superfície celular de agentes externos ou internos infecciosos e de tumores para combater tais invasores. 

O próximo passo é enviar o material coletado a um laboratório que fará a manufatura dessas células, que consiste na modificação genética delas para programar os linfócitos para destruir o tumor.

Isso é feito com auxílio de um vetor viral, um vírus que tem o material genético alterado em laboratório para reconhecer e combater o tumor. Esse vetor entra no linfócito T, modifica o DNA dele e faz com que aquela célula expresse um receptor que reconheça o antígeno da doença e a ataque. 

“A modificação faz os linfócitos T atacarem as células tumorais. Antes de introduzir a célula, é feita uma quimioterapia no paciente a fim de imunossuprimi-lo para que o sistema imune não combata as células”, explicou o Dr. Jayr Schmidt. 
Dentro de sete dias após a infusão das células CAR-T, pode haver uma reação inflamatória, sinal de que os linfócitos modificados estão se reproduzindo dentro do organismo e induzindo a liberação de substâncias para eliminar o tumor. Nesse momento, além de febre, pode haver queda importante da pressão arterial e eventual necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Estudos brasileiros podem reduzir gargalos e preços da Car-T

A equipe do cientista Martín Bonamino no Instituto Nacional do Câncer (INCA) publicou ano passado dois artigos que apresentam eventuais saídas para uma aplicação mais ampla da terapia com células CAR-T, a fim de expandir a imunoterapia com CAR para um número maior de pacientes, ganhando escala e reduzindo custos, o que tem potencial para favorecer especialmente países de baixa renda. 

O estudo Development of CAR-T cell therapy for B-ALL using a point-of-care approach foi publicado no periódico Oncoimmunology. O outro artigo, publicado na revista Gene Therapy, tem com o título Transposon-mediated generation of CAR-T cells shows efficient anti B-cell leukemia response after ex vivo expansion.
 

Linha Aspas Simples
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A imunoterapia por células Car-T é o maior avanço no tratamento do câncer dos últimos anos e pode se estabelecer como um dos pilares do combate à doença ao lado de quimioterapia, cirurgia e radioterapia.

Dr. Jayr Schmidt, líder do Centro de Referência em Neoplasias Hematológicas do A.C.Camargo

Publicações científicas realizadas em 2022

1.    Aguiar T, Teixeira A, Scliar MO, Sobral de Barros J, Lemes RB, Souza S, Tolezano G, Santos F, Tojal I, Cypriano M, Caminada de Toledo SR, Valadares E, Borges Pinto R, Pinto Artigalas OA, Caetano de Aguirre Neto J, Novak E, Cristofani LM, Miura Sugayama SM, Odone V, Cunha IW, Lima da Costa CM, Rosenberg  C, Krepischi A. Unraveling the Genetic Architecture of Hepatoblastoma Risk: Birth Defects and Increased Burden of Germline Damaging Variants in Gastrointestinal/Renal Cancer Predisposition and DNA Repair GenesFront Genet. 2022 Apr 12;13:858396. doi: 10.3389/fgene.2022.858396. eCollection 2022. PubMed PMID: 35495172; PubMed Central PMCID: PMC9039399.
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2.    Almeida T, Schroth W, Nardin J, Mürdter TE, Winter S, Picolotto S, Hoppe R, Kogin J, Gaio E, Dasenbrock A, Skrsypcsak RC, de Noronha L, Schwab M, Brauch H, Casali-da-Rocha JC. (Z)-Endoxifen and Early Recurrence of Breast Cancer: An Explorative Analysis in a Prospective Brazilian Study.  J Pers Med. 2022 Mar 22;12(4). pii: 511. doi: 10.3390/jpm12040511. PubMed PMID: 35455627.
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3.    Alves de Castro JV, D'Almeida Costa F, Torrezan GT, Carraro DM, Nicolau UR, do Nascimento AG. NTRK-rearranged mesenchymal tumour with epithelioid features: expanding the morphological spectrum of NTRK-fused neoplasms.  Histopathology. 2022 Mar;80(4):736-739. doi: 10.1111/his.14546. Epub 2021 Oct 20. PubMed PMID: 34403526.
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5.    Araruna Bezerra de Melo R, Menis F, Calsavara VF, Stefanini FS, Novaes T, Saieg M. The impact of the use of the ACR-TIRADS as a screening tool for thyroid  nodules in a cancer center.  Diagn Cytopathol. 2022 Jan;50(1):18-23. doi: 10.1002/dc.24904. Epub 2021 Nov 19. PubMed PMID: 34797612.
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6.    Baiocchi G, Andrade CEMC, Ribeiro R, Moretti-Marques R, Tsunoda AT, Alvarenga-Bezerra V, Lopes A, Costa RLR, Kumagai LY, Badiglian-Filho L, Faloppa CC, Mantoan H, De Brot L, Dos Reis R, Goncalves BT. Sentinel lymph node mapping versus sentinel lymph node mapping with systematic lymphadenectomy in endometrial cancer: an open-label, non-inferiority, randomized trial (ALICE trial).  Int J Gynecol Cancer. 2022 May 3;32(5):676-679. doi: 10.1136/ijgc-2022-003378. PubMed PMID: 35236752.
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8.    Baiocchi G, Ribeiro R, Dos Reis R, Falcao DF, Lopes A, Costa RLR, Pinto GLS, Vieira M, Kumagai LY, Faloppa CC, Mantoan H, Badiglian-Filho L, Tsunoda AT, Foiato TF, Andrade CEMC, Palmeira LO, Gonçalves BT, Zanvettor PH. Open Versus Minimally Invasive Radical Hysterectomy in Cervical Cancer: The CIRCOL Group Study.  Ann Surg Oncol. 2022 Feb;29(2):1151-1160. doi: 10.1245/s10434-021-10813-5. Epub 2021 Sep 20. PubMed PMID: 34545531.
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9.    Baiocchi G, Ribeiro R, Dos Reis R, Falcao DF, Lopes A, Costa RLR, Souza Pinto  GL, de Andrade Vieira M, Kumagai LY, Faloppa CC, Mantoan H, Badiglian-Filho L, Tsunoda AT, Foiato TF, Andrade CECM, de Oliveira Palmeira L, Gonçalves BT, Zanvettor PH. ASO Visual Abstract: Open Versus Minimally Invasive Radical Hysterectomy in Cervical Cancer: The CIRCOL Group Study.  Ann Surg Oncol. 2022 Feb;29(2):1163-1164. doi: 10.1245/s10434-021-10897-z. PubMed PMID: 34713373.
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10.  Baiocchi G, Ribeiro R, Dos Reis R, Lopes A, Zanvettor PH. ASO Author Reflections: Minimally Invasive Radical Hysterectomy in Cervical Cancer: A Brazilian Multicentric Cohort Study (CIRCOL).  Ann Surg Oncol. 2022 Feb;29(2):1161-1162. doi: 10.1245/s10434-021-10875-5. Epub 2021 Sep 29. PubMed PMID: 34586522.
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12.  Batista TP, Carneiro VCG, Tancredi R, Badiglian Filho L, Rangel RLC, Lopes A,  Sarmento BJQ, Leão CS. A phase 2 trial of short-course Hyperthermic IntraPeritoneal Chemotherapy (HIPEC) at interval cytoreductive surgery (iCRS) for advanced ovarian cancer.  Rev Col Bras Cir. 2022 Feb 28;49:e20223135. doi: 10.1590/0100-6991e-20223135. eCollection 2022. English, Portuguese. PubMed PMID:  35239855.
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14.  Bernaola-Paredes WE, da Silva Conceição MB, Moreira SC, Aparecida Souza AM, Souza Pina PS, Azevedo LH. Clinical and histopathological features of congenital  epulis in a newborn submitted to laser surgery.  J Oral Maxillofac Pathol. 2022 Feb;26(Suppl 1):S77-S79. doi: 10.4103/jomfp.jomfp_449_20. Epub 2022 Feb 28. PubMed PMID: 35450244; PubMed Central PMCID: PMC9017822.
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15.  Bernaola-Paredes WE, Filho VB, Vilela Dias EM, Sugaya NN. A case of migratory  stomatitis in a young male patient: Management and differential diagnosis.  J Oral Maxillofac Pathol. 2022 Feb;26(Suppl 1):S17-S21. doi: 10.4103/jomfp.jomfp_446_20. Epub 2022 Feb 28. PubMed PMID: 35450243; PubMed Central PMCID: PMC9017832.
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28.  Chaiben V, Yamada CH, Telles JP, de Andrade AP, Arend LNVS, Ribeiro VST, Dantas LR, Suss PH, Tuon FF. A carbapenem-resistant Acinetobacter baumannii outbreak associated with a polymyxin shortage during the COVID pandemic: an in vitro and biofilm analysis of synergy between meropenem, gentamicin and sulbactam.  J Antimicrob Chemother. 2022 May 29;77(6):1676-1684. doi: 10.1093/jac/dkac102. PubMed PMID: 35368079.
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29.  Chinoca J, Andrade DS, Mendes A, Marchi P, Prieto TG, Baldavira CM, Farhat C,  Martins JRM, Nader HB, Carraro DM, Capelozzi VL, Sá V. Monitoring non-small cell  lung cancer progression and treatment response through hyaluronic acid in sputum.  Braz J Med Biol Res. 2022 Jan 25;55:e11513. doi: 10.1590/1414-431X2021e11513. eCollection 2022. PubMed PMID: 35320334; PubMed Central PMCID: PMC8851905.
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30.  Chojniak LM, Isberner RK, Souza JO, Muglia VF, Bitencourt AGV, Chojniak R. Análise dos materiais didáticos utilizados por radiologistas e residentes de radiologia brasileiros: mudança de paradigmaRadiol Bras. 2022 Mar-Apr;55(2):97-103. doi: 10.1590/0100-3984.2021.0107. PubMed PMID: 35414731; PubMed Central PMCID: PMC8993173.
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31.  Coca-Pelaz A, Bishop JA, Zidar N, Agaimy A, Gebrim EMMS, Mondin V, Cohen O, Strojan P, Rinaldo A, Shaha AR, de Bree R, Hamoir M, Mäkitie AA, Kowalski LP, Saba NF, Ferlito A. Cervical Lymph Node Metastases from Central Nervous System Tumors: A Systematic Review.  Cancer Manag Res. 2022 Mar 9;14:1099-1111. doi: 10.2147/CMAR.S348102. eCollection 2022. Review. PubMed PMID: 35300060; PubMed Central PMCID: PMC8921675.
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33.  Cougo P, Besen B, Bezerra D, Moreira RC, Brandão CE, Salgueiro E, Balduino A,  Pontes-Neto O, Cravo V. Social Distancing, Stroke Admissions and Stroke Mortality During the COVID-19 Pandemic: A Multicenter, Longitudinal Study.  J Stroke Cerebrovasc Dis. 2022 May;31(5):106405. doi: 10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2022.106405. Epub 2022 Feb 21. PubMed PMID: 35276476; PubMed Central PMCID: PMC8858704.
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