Especialistas do A.C.Camargo Cancer Center reforçam que reposição de Vitamina D não é para todos

Publicado em: 15/01/2017 - 22:01:00
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Embora seja benéfica, por exemplo, para a saúde dos ossos, a vitamina D é um hormônio produzido com maior intensidade ao se tomar sol das 11 às 13 horas, quando os danos à pele são mais intensos. Para o grupo de risco, que é composto por aqueles que são de descendência europeia e demais pessoas que ficam muito vermelhas quando expostas ao sol, assim como os pacientes que já tiveram câncer de pele, a vitamina D poderá ser dada por via oral

Uma questão que costuma suscitar debates, principalmente no verão, é a necessidade ou não de reposição de vitamina D. Apesar do nome, a vitamina D é na verdade um hormônio e ele ajuda na saúde dos ossos, sendo protetor - por exemplo - contra a osteoporose. Além disso, há estudos que mostram que bons níveis de Vitamina D podem diminuir a incidência de alguns tumores, inclusive da pele, mas, para isso, a pessoa não pode tomar mais sol que o recomendado.

Por sua vez, o desafio está em manter os níveis ideais deste hormônio e, ao mesmo tempo, não aumentar o risco para desenvolver de câncer de pele com a exposição ao sol. De acordo com o cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Câncer de Pele do A.C.Camargo Cancer Center, João Pedreira Duprat Neto, para o cidadão paulistano, por exemplo, a exposição ao sol por dez minutos, três dias por semana, já seriam suficientes.

Não é adequado, explica Duprat, pensar que quanto mais vitamina D o organismo tiver, é melhor. Pelo contrário, pois quando há excesso desse hormônio pode haver graves efeitos colaterais como insuficiência e cálculo renal, perda de apetite e irritabilidade. Outro alerta é o fato de que a vitamina D é produzida com maior intensidade ao se tomar sol das 11 às 13 horas, que é o período no qual justamente os danos à pele são mais intensos.

"É fundamental a sociedade ter conhecimento sobre como obter níveis ideais de vitamina D sem aumentar o risco de ocorrência de câncer de pele, principalmente de melanoma, que é o mais agressivo", explica Duprat Neto. Ainda segundo o médico, o principal passo está em seguir sempre a orientação de um especialista, pois ele será capaz de indicar o consumo de vitamínicos, que podem ser adquiridos em farmácia.

Dentre as questões levadas em conta por uma especialista para haver a indicação ou não de reposição de vitamina D está a avaliação do grupo de risco em que cada indivíduo está inserido. O grupo de alto risco é o composto por aqueles que são de descendência europeia e demais pessoas que ficam muito vermelhas quando expostas ao sol, assim como os pacientes que já tiveram câncer de pele. Para eles, provavelmente a vitamina D poderá ser dada por via oral, o chamado sol em gotas.

Para confirmar a necessidade de reposição, pode ser solicitado um exame de dosagem dos níveis desse hormônio. Quando ele está baixo e, concomitantemente, o hormônio análogo a ele está em níveis altos, é bastante provável que a reposição será prescrita. Além do sol e suplementos vitamínicos, é possível obter vitamina D por meio do consumo de alimentos com maiores níveis desta substância, como bacalhau, salmão, leite e gema de ovo, porém, explica Duprat, o consumo deles é menos eficaz em ser fonte de vitamina D quando comparado aos vitamínicos.  

Uma questão que costuma suscitar debates, principalmente no verão, é a necessidade ou não de reposição de vitamina D. Apesar do nome, a vitamina D é na verdade um hormônio e ele ajuda na saúde dos ossos, sendo protetor - por exemplo - contra a osteoporose. Além disso, há estudos que mostram que bons níveis de Vitamina D podem diminuir a incidência de alguns tumores, inclusive da pele, mas, para isso, a pessoa não pode tomar mais sol que o recomendado. 

Por sua vez, o desafio está em manter os níveis ideais deste hormônio e, ao mesmo tempo, não aumentar o risco para desenvolver de câncer de pele com a exposição ao sol. De acordo com o cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Câncer de Pele do A.C.Camargo Cancer Center, João Pedreira Duprat Neto, para o cidadão paulistano, por exemplo, a exposição ao sol por dez minutos, três dias por semana, já seriam suficientes. 

Não é adequado, explica Duprat, pensar que quanto mais vitamina D o organismo tiver, é melhor. Pelo contrário, pois quando há excesso desse hormônio pode haver graves efeitos colaterais como insuficiência e cálculo renal, perda de apetite e irritabilidade. Outro alerta é o fato de que a vitamina D é produzida com maior intensidade ao se tomar sol das 11 às 13 horas, que é o período no qual justamente os danos à pele são mais intensos. 

"É fundamental a sociedade ter conhecimento sobre como obter níveis ideais de vitamina D sem aumentar o risco de ocorrência de câncer de pele, principalmente de melanoma, que é o mais agressivo", explica Duprat Neto. Ainda segundo o médico, o principal passo está em seguir sempre a orientação de um especialista, pois ele será capaz de indicar o consumo de vitamínicos, que podem ser adquiridos em farmácia. 

Dentre as questões levadas em conta por uma especialista para haver a indicação ou não de reposição de vitamina D está a avaliação do grupo de risco em que cada indivíduo está inserido. O grupo de alto risco é o composto por aqueles que são de descendência europeia e demais pessoas que ficam muito vermelhas quando expostas ao sol, assim como os pacientes que já tiveram câncer de pele. Para eles, provavelmente a vitamina D poderá ser dada por via oral, o chamado sol em gotas. 

Para confirmar a necessidade de reposição, pode ser solicitado um exame de dosagem dos níveis desse hormônio. Quando ele está baixo e, concomitantemente, o hormônio análogo a ele está em níveis altos, é bastante provável que a reposição será prescrita. Além do sol e suplementos vitamínicos, é possível obter vitamina D por meio do consumo de alimentos com maiores níveis desta substância, como bacalhau, salmão, leite e gema de ovo, porém, explica Duprat, o consumo deles é menos eficaz em ser fonte de vitamina D quando comparado aos vitamínicos.  

Sobre o A.C.Camargo Cancer Center -  Fundado em 1953 e referência internacional em oncologia, o A.C.Camargo Cancer Center atua na prevenção, tratamento, ensino e pesquisa do câncer. Com serviços de assistência oncológica para a Saúde Suplementar e para o Sistema Único de Saúde (SUS), é uma Instituição privada sem fins lucrativos, mantida pela Fundação Antonio Prudente, um modelo sustentável que combina atuação social e geração de valor.


Em 2015, realizou mais de 3,7 milhões de atendimentos, 62% deles dedicados aos pacientes do SUS. Sua infraestrutura dispõe de rede com 480 leitos hospitalares, serviços de cirurgia oncológica e robótica, radioterapia, quimioterapia, anatomia patológica e diagnóstico por imagem. Sua equipe é composta por aproximadamente 5 mil profissionais, entre eles mais de 650 médicos, equipe especialista multidisciplinar, enfermeiros e nutricionistas.

A formação de especialistas e disseminação do conhecimento científico estão na essência do A.C.Camargo desde o início de sua história. Em 1953, criou o primeiro e maior Programa de Residência Médica em Oncologia do país com mais de mil especialistas formados ao longo de seis décadas. Seu Programa de Pós-graduação, iniciado em 1997, já formou 579 mestres e doutores. Em 1987, foi pioneiro na implantação da primeira escola hospitalar, a Escola Especializada Schwester Heine, para dar continuidade aos estudos das crianças e adolescentes em tratamento.

O A.C.Camargo ocupa o primeiro lugar no ranking mundial do SCIMAGO entre as instituições de saúde brasileiras que mais publicam nas revistas científicas de maior influência e impacto. Em 2015 esse trabalho resultou em 168 artigos publicados.

Possui também certificações e acreditações para os programas de qualidade e segurança assistencial, governança e gestão ambiental, sendo as mais importantes Acreditação ONA nível III - Excelência, Certificação Qmentum International - Padrão Diamante - pelo Canadian Council on Health Services Accreditation e Certificação ISO 14001 pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini.

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