Residente em destaque

Dhyanna, residente de fonoterapia

Dhyanna, 23 anos Formada em Fonoaudiologia pela Faculdade Santa Casa,
ela está no 2º ano de Residência no A.C.Camargo Cancer Center

 

"Entrei uma Dhyanna e vou sair outra"

"Penso muito em fazer pesquisa e continuar por aqui, porque essa parte do estudo científico expandiu meus horizontes"

"Os professores da Santa Casa comentavam que oncologia é no A.C.Camargo. Eu gosto de desafios e a oncologia é um desafio constante, a gente lida com a dor do outro de forma intensa", diz a fonoaudióloga Dhyanna Suzart, 23 anos, no 2º ano da residência aqui do A.C.Camargo Cancer Center. "Queria muito me aprofundar em disfagia, que vi pouco na faculdade, e oncologia, mas tive de estudar e ralar muito para passar pelo processo seletivo da residência".

Ela sempre soube que sua área seria a saúde, aptidão confirmada por um teste vocacional. A opção pela Fonoaudiologia veio, em parte, das conversas com uma vizinha mais velha, na cidade de Cajamar, onde fazia o curso.

"A demanda do curso é enorme, a rotina é intensa, você trabalha o tempo todo. Eu me mudei de Cajamar e praticamente durmo e acordo no hospital. É suado, mas gratificante. Você aprende muito, não só em termos profissionais, mas pessoais. Entrei uma Dhyanna e vou sair outra."

 

Trabalho integrado

No dia-a-dia, os residentes interagem com residentes de outras áreas. "No ambulatório, o contato com o pessoal da estomatologia é bem constante. Quando a gente passa para a internação, a proximidade maior é com os nutricionistas. E tem os médicos com quem a gente acaba se reunindo para detalhar ou analisar melhor cada caso", conta.

 

Teoria ou prática?

Ainda sem planos definidos para quando terminar a residência em fevereiro, Dhyanna está entre a pesquisa e assistência. "A residência tem uma parte prática muito forte com atendimento, mas a parte teórica também é puxada e de pesquisa nem é preciso falar. Penso muito em fazer pesquisa e continuar por aqui, porque essa parte do estudo científico expandiu meus horizontes", diz a fonoaudióloga. "Também penso em trabalhar em um lugar com o nível de excelência do A.C.Camargo ou onde eu possa levar o conhecimento que adquiri aqui."