A.C.Camargo
A luta contra o câncer é
uma causa da humanidade
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Tratamento Multidisciplinar Integrado

 

Um tratamento oncológico multidisciplinar integrado é aquele em que diversos especialistas em câncer atuam juntos buscando os melhores resultados para cada paciente.

Deve envolver não somente cirurgiões, oncologistas clínicos e radioterapeutas, mas vários outros profissionais, como patologistas, radiologistas, oncogeneticistas, pesquisadores e um time de apoio com enfermeiros, nutricionistas, fonoaudiólogos, psicólogos, farmacêuticos, audiologistas, fisioterapeutas, dentistas e físicos médicos.

Veja abaixo as principais modalidades de tratamento do câncer. E não deixe de conferir sobre os outros pilares fundamentais: diagnóstico, ensino e pesquisa.

Cirurgia Quimioterapia Radioterapia

É a principal forma de tratamento para tumores sólidos.

Nas últimas décadas, a cirurgia oncológica tem passado por grandes avanços.

Além da cirurgia tradicional, recentemente as cirurgias minimamente invasivas e robóticas oferecem mais segurança e menos efeitos colaterais.

Utiliza medicamentos específicos para destruir as células tumorais presentes em qualquer parte do organismo.

O médico responsável por avaliar cada paciente e determinar o melhor plano terapêutico é o oncologista clínico.

A quimioterapia pode ser exclusiva ou combinada a outras formas de tratamento.

Utiliza radiações ionizantes que atingem localmente o tumor.

São várias as técnicas e os tipos de radiação disponíveis atualmente, como a radioterapia intraoperatória, a braquiterapia, entre outras.

A radioterapia também pode ser exclusiva ou combinada com outras formas de tratamento.

 

Terapias-alvo Imunoterapia Hormonioterapia

São drogas que atingem diretamente moléculas específicas, que são essenciais para o tumor.

As terapias-alvo costumam ser mais eficazes e menos tóxicas que a quimioterapia.

Tipo de tratamento que visa ativar as células de defesa do organismo para que elas passem a reconhecer e combater o tumor.

Representa o maior avanço no combate ao câncer nos últimos anos.

É um procedimento minimamente invasivo para identificar a presença de DNA tumoral a partir de uma amostra de sangue. É indicada para pacientes já diagnosticados para acompanhamento da doença, escolha e monitoramento do tratamento.